UEM 2008 – verão

Questão 07
Sobre a cidadania no Brasil, assinale o que for correto.
 
01) Durante o governo de Getúlio Vargas, entre 1930 e
1945, pela primeira vez, os direitos sociais foram
universalizados, chegando a amplas parcelas da
sociedade brasileira. Esse processo foi acompanhado
pelo fortalecimento e pela autonomia das
organizações operárias.
02) Os Estatutos da Criança e do Idoso exemplificam as
modificações recentes que a cidadania sofreu no
contexto brasileiro, incorporando novas demandas ao
seu conteúdo.
04) A Constituição de 1988, apesar de ser denominada
por muitos Constituição Cidadã, não produziu
mudanças legais significativas em termos de extensão
dos direitos de cidadania.
08) O Fórum Social Mundial resultou da iniciativa de
alguns brasileiros e é um movimento que se
posiciona contra a atual ordem econômica
globalizada, que tem restringido direitos sociais de
cidadania até então assegurados por leis.
16) A extensão dos direitos de cidadania às classes
populares esteve, historicamente, sob o controle
estrito das elites, já que não houve movimentos
sociais capazes de questionar essa situação.
 
resposta: 10
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UEM 2008 – inverno

15 – “Cerca de 20.000 policiais patrulhavam a cidade
italiana de Gênova e seus arredores enquanto cerca
de 50.000 pessoas realizavam nesta quinta-feira, às
véspera do início da cúpula do Grupo dos Oito (G-
8), o primeiro de uma série de protestos contra a
globalização e de maneira geral contra políticas do
Primeiro Mundo em relação aos países pobres.”
(Sociologia. Ensino médio. Curitiba: Seed-PR, 2006,
p. 186).
Sobre o tema tratado pela notícia acima, assinale o
que for correto.
 
01) Os movimentos sociais contrários à globalização
têm uma única reivindicação: que os governos
dos países desenvolvidos impeçam a entrada e a
permanência de imigrantes pobres vindos dos
países periféricos em busca de emprego e de
melhores condições de vida.
02) Embora a globalização tenha-se acentuado nas
últimas décadas, várias análises sobre o
capitalismo apontam que ele tendia àquele
fenômeno desde a sua origem.
04) Organismos internacionais como o G-8, o Fundo
Monetário Internacional (FMI) e a Organização
Mundial de Comércio (OMC) têm acumulado
poder para induzir, bloquear ou reorientar
políticas econômicas nacionais.
08) O processo de globalização valoriza e promove
a circulação de idéias e de informações em
escala mundial. Entretanto esse fato não
significou o fim das culturas e dos
conhecimentos locais ou liquidou as
individualidades regionais ou religiosas.
16) Muitos críticos da globalização são contrários
ao seu caráter “neoliberal”. Eles afirmam que,
diferentemente do liberalismo clássico do século
XIX, o neoliberalismo reduz os lucros das elites
econômicas.
 
resposta: 14
 
 

Para que todas as mídias sejam livres

FÓRUM SOCIAL TEMÁTICO 2012
13 de Fevereiro de 2012
por Michele Torinelli

Porto Alegre, berço do Fórum Social Mundial (FSM), recebeu novamente o encontro por um outro mundo possível, dessa vez em sua versão regional e com o tema “crise capitalista, justiça social e ambiental”. Entre as várias atividades que tomaram a cidade no final de janeiro, o III Fórum de Mídia Livre(FML) foi palco para a troca de experiências de comunicação e a construção de estratégias comuns.

A programação contou com relatos e análises da Primavera Árabe, da luta pela libertação palestina, dos indignados de Espanha e da regulamentação da mídia no Brasil pós Conferência Nacional de Comunicação e na Argentina – onde a Lei dos Meios foi aprovada. Outro tema de debate foram as “redes em redes”, que partiu de experiências para chegar em perspectivas de apropriação conjunta de práticas e plataformas livres, que facilitem a conjunção das diferentes lutas por uma sociedade mais digna, justa e livre.

Apropriação tecnológica, direito à comunicação e políticas públicas de comunicação

O III FML organizou-se a partir desses três eixos complementares entre si. O primeiroabrange as práticas de comunicação e a queda da barreira entre emissor e receptor – mais do que nunca, todos produzem e recebem informação, e surgem remixes e hibridizações. O segundotrata da importância de trazermos à tona os diversos discursos sociais e de garantirmos seu reconhecimento, para que a pluralidade de nossa sociedade encontre espaço nos meios de comunicação e escapemos à ditadura do pensamento único. Já o eixo referente às políticas públicasaborda a necessidade da regulamentação da mídia no Brasil, onde temos um cenário assustador de monopólio da radiodifusão e de falta de transparência e participação social nos processos decisórios.

Os eixos se complementam porque não basta nos apropriarmos dos meios acessíveis, desenvolvermos novas linguagens e que a mobilização social aconteça de forma efetiva e horizontal se os artigos da Constituição Federal referentes à comunicação continuarem sendo ignorados e carecendo de regulamentação, mantendo a propriedade dos meios de comunicação de massa em poucas mãos. Mas também não é suficiente garantirmos a democratização da mídia se não houver mobilização, envolvimento e construção de discursos. Além disso, não podemos travar a luta pela democratização da comunicação sem ter como objetivo maior a construção desse outro mundo mais justo e digno, onde todos tenham voz.

É importante termos claros os princípios que nos unem e as práticas que podem consolidá-los. O marroquino Mohamed Legthas, do portal E-joussour, compartilhou e experiência em seu país, onde a apropriação das redes sociais para a queda do regime teve relevância, mas terminou sua fala com o seguinte questionamento: de que adianta derrubarmos governos, ou acamparmos em praças, se tais atitudes não contribuírem efetivamente para a consolidação dos anseios democráticos?

Como disse o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, em outra atividade do Fórum Social Temático, “cuidado: o resultado pode ser pior, pode levar a uma nova forma de barbárie ou barbarismo. Queremos uma democracia real e participativa, mas como construí-la?”, provocou.

Digital X Analógico e a comunicação como luta transversal

Ao mesmo tempo em que as novas tecnologias da comunicação se popularizam e ganham notoriedade em movimentos como os ocorridos no mundo árabe e na Espanha, as “velhas tecnologias” continuam tendo seu papel indispensável e não podem ser esquecidas. Exemplos disso são as rádios comunitárias e as intervenções urbanas, que utilizam os tradicionais pinceis, colas, papeis e tinta. “A mídia livre existe antes do Fórum de Mídia Livre, e existe até muito antes da internet”, enfatizou Renata Miele, do Centro de Estudos Barão de Itararé, durante o debate sobre direito à comunicação.

Entre as resoluções do III FML, estão a necessidade de superar a hegemonia da internet nas discussões acerca de mídia livre e de envolver os demais movimentos e organizações sociais. João Pedro Stédile, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, defendeu na Assembleia dos Movimentos Sociaisque é necessário “fazer a disputa ideológica, enfrentar os meios de comunicação de massa” para superarmos o capitalismo. A concentração da mídia e a necessidade de articulação e debate concernem não só aos movimentos diretamente relacionados à comunicação, mas ao movimento negro, de mulheres, indígena, ecológico, pela reforma agrária e urbana etc. “O que podemos fazer juntos daqui para a frente?”, questionou Stédile.

Contudo, é importante atentar para que, ao mesmo tempo em que as ferramentas digitais ganham relevância, diversas legislações restritivas estão tramitando no mundo, a modo do SOPA (Stop Piracy Act)e PIPA (Protect IP Act) nos Estados Unidos e do “PL do Azeredo” no Brasil. As tecnologias digitais não são as únicas, mas são estratégicas – e a liberdade e o compartilhamento na rede estão em risco.

II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio +20

O III FML terminou com um grande chamado à construção do II Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML), que de acordo com Bia Barbosaserá “mais uma batalha internacional em defesa da comunicação como um direito e também um bem comum”. O encontro acontecerá entre os dias 16 e 18 de junho no Rio de Janeiro como uma das atividades da Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, evento da sociedade civil paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.  “A ideia é que a comunicação contribua para os processos de luta e resistência dos povos”, indicou Tica Moreno, do Grupo de Articulação da Cúpula dos Povos e da Marcha Mundial de Mulheres.

A proposta do II FMML surgiu no FSM 2011 em Dakar, no Senegal. Fazem parte da organização entidades como Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), Amarc (Associação Mundial de Rádios Comunitárias), Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada, Coletivo Soylocoporti, Intervozes, Fora do Eixo, Pontão de Cultura da ECO/UFRJ e Revista Fórum. Internacionalmente participam, entre outras organizações, a Cáritas, a WSFTV – portal de memória audiovisual do FSM – e E-joussour, uma agência de notícias colaborativa do norte da África, que está à frente da organização de um Fórum de Mídia Livre naquela região.

O intuito é dialogar com as diversas lutas para tirar uma pauta comum em torno da comunicação. “O debate que une os defensores do midialivrismo e da democratização da mídia não é um debate corporativo, mas uma luta feita por todos que querem mudanças na comunicação brasileira”, defendeu Rita Freire, da Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada. E o Fórum Mundial de Mídia Livre ocorrer na Cúpula dos Povos propicia o cenário ideal para que essa construção conjunta se consolide.

Michele Torinelli

Comunicadora e caminhante, integrante do Coletivo Soylocoporti – e da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada – ciranda.net. Atua com comunicação compartilhada, educomunicação e cultura popular e alternativa.

 

UEL 2009

39) Leia o texto seguinte.
 
Texto V
[…] Ramón vivia do seu trabalho e tinha que pagar um apartamento e a comida, e inclusive as folhas de papel
para poder escrever nos fins de semana. Já sabia que introduzir no computador um argumento e os nomes
dos personagens para que realizasse um primeiro esboço não era a mesma coisa que escrever uma novela
desde o princípio, mas as coisas agora estavam desse jeito. O mundo editorial tinha mudado, os livros já não
eram concebidos como obras de artesanato criadas na mente de um só homem sem nenhuma ajuda exterior.
(SAORÍN, J. L. A curiosa história do editor partido ao meio na era dos robôs escritores. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2005. p. 109).
 
O texto V remete a formulações presentes na análise de Marx sobre o desenvolvimento do capitalismo.
Quanto à posição de Marx em relação ao tema abordado no texto, é correto afirmar.
I. Com o advento da sociedade comunista, o trabalho desaparece e instaura-se um ordenamento social em
que a preocupação do indivíduo será basicamente com o exercício do lazer.
II. O avanço das forças produtivas torna-se desnecessário em uma sociedade socialista, uma vez que as
máquinas, responsáveis pelo sofrimento humano, serão substituídas por um retorno à produção artesanal.
III. A tendência do movimento do capital é no sentido de uma contínua desqualificação da força de trabalho.
Deste modo, intensifica-se a unilateralidade do ser que trabalha e sua degradação física e psíquica.
IV. A revolução contínua das forças produtivas é uma necessidade inerente ao processo de acumulação capitalista e está na base da expansão deste modo de produção e da constituição do mercado mundial.
 
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas I e II são corretas.
b) Somente as afirmativas I e III são corretas.
c) Somente as afirmativas III e IV são corretas.
d) Somente as afirmativas I, II e IV são corretas.
e) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
resposta: C

UEL 2009

29) Com o desenvolvimento da globalização das economias, novos atores sociais entraram em cena, configurandose em uma forma diferenciada de internacionalismo que busca construir alternativas às decisões de instituições multilaterais como a Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. São exemplos destas iniciativas os movimentos “alter-mundialistas”.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa que contempla o caráter desses
“novos movimentos sociais”.
a) São movimentos sem ideologia própria os quais reconhecem que a proximidade com as idéias socialistas e anarquistas é nefasta ao processo de mobilização de massa.
b) A base originária dos movimentos alter-mundialistas é formada pelos ex-países do bloco soviético, daí os esforços em definir o marxismo-leninismo como seu referencial básico de ação.
c) São movimentos que adotam a estratégia de tecer uma rede mundial abrangente e capaz de ganhar espaços de influência ante a opinião pública, utilizando a internet como recurso de destaque para a mobilização.
d) A força desses movimentos repousa na presença de centros organizadores de luta com estrutura hierarquizada cujas diretrizes são dadas pelos partidos políticos.
e) A pressão destes movimentos sobre o capital financeiro e empresas multinacionais tem entravado o desenvolvimento do capitalismo, contribuindo, assim, para suas crises periódicas.

 

resposta: C

Why we fight – Prelude to war (1942)

A série conhecida como Why we fight, atribuída ao famoso diretor Frank Capra, é um conjunto de sete filmes de propaganda governamental norte-americana produzidos entre 1942 e 1945 com o objetivo de informar, a princípio, seus soldados e, posteriormente, a população em geral sobre os motivos e princípios que deveriam impulsionar os EUA à segunda guerra. Há notável semelhança com a propaganda nazista, em relação às estratégias estéticas utilizadas para provocar efeitos emocionais persuasivos, em detrimento de informações mais objetivas. Comenta-se a influência dos filmes de Leni Riefenstahl sobre Capra.

Segue, dividido em seis partes, o primeiro da série, Prelude to war (1942).

parte 1

parte 2

parte 3

parte 4

parte 5

parte 6

Em meio à crise, cresce comércio de armas

Pela redação da agência Prensa Latina

Com a despesa mundial em armamentos durante 2010, seria possível manter 212 milhões de crianças de aproximadamente um ano, ao custo médio necessário em um país desenvolvido europeu. A manutenção estimada por criança ali, segundo fontes extraoficiais, é de 4715 dólares ao ano, enquanto o investimento em meios bélicos aumentou em 2010, globalmente, a um 1,63 trilhão de dólares.

Nove milhões de crianças morrem de fome anualmente no mundo, e só o protótipo do superavião britânico não tripulado Taranis acumulou um custo de 215 milhões de dólares, que bastariam para alimentar 45.599 crianças ao ano.

Nos países do sul poderiam se alimentar muitos mais crianças, se só se tratasse de cobrir as necessidades básicas para não morrer de inanição e de doenças previsíveis ou curáveis.Mas o Tiranis, nome do deus celta do trovão e qualificado como “o ápice” da engenharia britânica e do desenho aeroespacial, não é o maior exemplo bélico, pois as despesas em armamentos compreendem enormes meios com capacidade de destruição totalmente global.

O Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) considera, em seu relatório sobre o ano passado, que as armas nucleares continuam representando um grande perigo, apesar das promessas de redução.

Como causa da pronunciada corrida armamentística, identifica a luta pelas riquezas naturais, devido ao aumento da demanda internacional e da   escassez induzida especialmente pelas mudanças climáticas.

Neil Melvin, diretor no SIPRI do programa Conflitos Armados e Gerenciamento dos Conflitos, considera que os recursos são “um fator maior de conflito”.

Em sua opinião, o petróleo tem desempenhado seu papel nas tensões no Sudão e na Líbia, onde contribui à guerra civil, ao que pode acrescentar, na opinião de analistas, que motiva também os bombardeios da OTAN.

O aumento súbito da demanda pelo consumo, segundo o SIPRI, é a causa principal de uma concorrência crescente na busca de recursos exploráveis, até no Ártico, e no aumento dos preços, sobretudo nos da alimentação.

Ante tais previsões, o alarme é maior se considera-se que os preços dos alimentos poderiam duplicar de agora a 2020.

Em relação a isto, os múltiplos atos de violência da chamada primavera árabe foram engendrados em grande parte “por distúrbios causados pela fome” e os altos “preços dos produtos alimentários”, opina.

Sobre as armas nucleares, o SIPRI explica que as reduções anunciadas no número de ogivas  foram amplamente compensadas pela modernização e multiplicação dos mísseis. Só oito países possuem mais de 20,5 mil ogivas nucleares. Desse total, “mais de 5 mil estão deslocadas e prontas para serem usadas, e 2 mil mantidas em estado de elevado alerta operacional”.

Cinco desses estados, assinantes do Tratado de não Proliferação nuclear, “ou já estão deslocando novos sistemas de armas nucleares, ou têm anunciado sua intenção de fazê-lo”.

Considera assim mesmo que as despesas mundiais em armamento, sempre encabeçadas pelos Estados Unidos, experimentaram em 2010 um crescimento de 1,3%, atingindo 1,6 triilhão de dólares.

Os cem maiores fabricantes mundiais de armamento, exceto a China, venderam 401 bilhões de dólares de produtos bélicos em 2009, com recorde para os Estados Unidos, cuja demanda governamental continua se elevando.

Seu orçamento militar para 2011 é de 708 bilhões de dólares, 42,8% da despesa mundial.

Durante a última década, duas milhões de crianças foram assassinadas nas guerras, e calcula-se que 150 milhões são exploradas como força de trabalho.

Quatro milhões de recém-nascidos, segundo meios jornalísticos, morrem em seu primeiro mês de vida, 82% não recebem antibióticos, vários milhões de menores de 14 anos têm AIDS e 500 mil mulheres falecem anualmente no parto.

Ademais, 600 milhões de crianças no mundo são vítimas da pobreza, 100 milhões vivem na rua, 150 milhões de meninas e 73 milhões de menores de 18 anos são explorados sexualmente e 1,8 milhão caíram no comércio sexual.

Expande-se a opinião de que “há muito os países poderosos… escolheram o caminho da arma e da guerra para resolver suas carências de energia e outros recursos naturais, sem pensar e analisar que podem acarretar estes fatos no futuro”.

O Taranis, capaz de empreender tanto tarefas de espionagem e vigilância como de transportar armas para atacar todo tipo de alvos, foi desenvolvido por BAE Systems, Rolls-Royce, Qinetiq e GE Aviation com o apoio do ministério de Defesa britânico, durante quatro anos, concluídos em 2010.

Gerald Howarth, o ministro para Assuntos de Defesa, declarou à BBC que “Taranis é um projeto realmente de vanguarda. Primeiro de seu tipo no Reino Unido, reflete melhor os avanços de desenho e as habilidades tecnológicas de nosso país e constitui um programa líder no cenário mundial”.

Mas “é um primeiro passo para o Reino Unido”, pois “não se trata de um avião que vá entrar em serviço, senão de uma demonstração tecnológica que provará técnicas, demonstrará capacidades e assinalará a direção na qual vamos”.

Sobretudo quando os déficits públicos se mantêm à ordem do dia, descem as despesas sociais, se privatizam bens do patrimônio, também na União Europeia, e se elevam os orçamentos militares em países aos que ninguém agride.

Seus investimentos bélicos impedem salvar aos famintos, ao mesmo tempo que provocam a morte, também em espiral.

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